A gravata através dos tempos
Se a origem da gravata não é claramente identificada, o tecido que os homens enrolam à volta do pescoço é considerado como o símbolo da moda masculina há vários séculos. Estampada ou lisa, seda ou algodão, discreta ou exuberante, conformista ou reivindicativa, burguesa ou rebelde, a gravata é uma das formas de expressão mais interessantes do estilo do homem. Pequeno panorama das grandes etapas da gravata:
A origem das origens: Indeterminada. Etimologicamente, a embaixada da Croácia reivindica a sua origem etimológica (Gravata – Croata) Historicamente, há que acreditar que o lenço atado sempre foi uma peça indispensável do traje masculino. Encontramos desde o século III a.C. Os soldados em terracota do imperador chinês Qin Shihuangdi usam todos gravata (de seda). 
Da Gola ao Jabot, a gravata torna-se um acessório de moda A partir do século XVI, uma evolução surpreendente do colarinho das camisas vai progressivamente fazer entrar a gravata no posto de acessório de moda. Em reação ao puritanismo ambiente, os membros da Corte começam, por coquetismo, a fazer sobressair a renda do colarinho da sua camisa. Este detalhe elegante tomará gradualmente uma forma desmesurada, a amplitude da gola marcando o estatuto social do indivíduo. Provavelmente por razões de praticidade, a Gola tornar-se-á mais discreta com o tempo, deixando lugar a uma forma mais contemporânea da gravata. O tempo passa, o colarinho fica, até Luís XVI, o JPG do século XVII, que fez o maior bem à moda masculina (fitas, saltos e perucas) em geral e à gravata em particular, introduzindo uma forma mais aceitável com o Jabot. A gravata contemporânea tinha nascido. 
A gravata hoje Frequentemente considerada como o símbolo do careta ou do conformismo, a gravata passou por um período de vacas magras. A causa: os anos 1980. Os anos 80 foram um desastre na moda. A gravata não foi poupada e os anos 90 não a salvaram. Alguns princípios a respeitar na época: uma bulimia de cores, pastéis de preferência, não poupar na estampa, até valorizar o seu lado cómico graças às séries Homer Simpson ou Piu-Piu e Silvestre, testar novos materiais, como o couro (verde floresta).
Resultado: o desgosto! A tal ponto, que o "Friday wear" colocava no centro da sua ação reivindicativa: o fim do uso de gravata na empresa. Felizmente, a gravata não disse a sua última palavra.
Aqui estão as últimas coleções de gravatas aclamadas:
As gravatas em linho: texturizadas, acabamento mate e cores pastéis ideais para a estação estival
As gravatas granadina: com esta tecelagem arejada, estas gravatas são imprescindíveis para visuais refinados. Permitem às gravatas lisas ter carácter
As gravatas de lã: bem-vindas às gravatas fofas, mate, para usar quando o termómetro desce. Para uma melhor sustentação, a lã pode ser misturada com seda.

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A gravata hoje
Frequentemente considerada como o símbolo do careta ou do conformismo, a gravata passou por um período de vacas magras. A causa: os anos 1980.
Os anos 80 foram um desastre na moda. A gravata não foi poupada e os anos 90 não a salvaram.
Alguns princípios a respeitar na época: uma bulimia de cores, pastéis de preferência, não poupar na estampa, até valorizar o seu lado cómico graças às séries Homer Simpson ou Piu-Piu e Silvestre, testar novos materiais, como o couro (verde floresta).